15 março 2015

[Resenha] Um Lugar Chamado Liberdade - Ken Follet



SinopseEscócia, 1766. Condenado à miséria e à escravidão nas brutais minas de carvão, Mack McAsh inveja os homens livres, mas nunca teve esperança de ser como eles. Até que um dia ele recebe a carta de um advogado londrino que lhe revela a ilegalidade da escravidão dos mineiros e um novo horizonte se abre aos seus olhos. Porém, para realizar seu sonho, Mack precisará enfrentar todo tipo de opressão das autoridades que não estão acostumadas a serem questionadas. Já na idealizada Londres, ele reencontra uma amiga de infância, Lizzie Hallim, agora casada com Jay Jamisson, membro da família que tanto o atormentara na Escócia. Lizzie não se conforma em viver submetida aos caprichos dos homens e constantemente escandaliza a sociedade com seu comportamento e suas ideias não convencionais. Quando Mack é acusado injustamente de um crime, ela quebra protocolos e sai em sua defesa, mas o amigo é deportado para a América. Mack logo descobre que se trata de uma mera mudança de continente, não de ares sociais, pois a colônia também vive momentos de tensão: se na Inglaterra os trabalhadores não desejam mais ser explorados pela elite, ali os colonos preparam o caminho que os levará à independência do jugo inglês. Nesta saga repleta de suspense e paixão, Ken Follett delineia uma época de revoltas contra a injustiça com uma escrita enérgica e sedutora. 




"Um lugar chamado liberdade" é mais um livro emocionante do autor Ken Follet. Conforme a sinopse explica, a trama se passa inicialmente em 1766, onde iremos acompanhar o protagonista Mack McAsh. Mack sonha com a liberdade e trabalhando forçadamente nas minas de carvão, sabe que esse sonho não irá se realizar. Isso muda no momento em que ele tem em suas mãos uma carta escrita por um advogado, que fala sobre as ilegalidades do comércio escravo. Desse momento em diante, Mack fará de tudo para ser livre.
A sinopse é bem explicativa e falar de qualquer coisa além disso acaba se tornando um spoiler. Sobre o livro, posso falar que a narrativa é apaixonante. Ken Follet soube novamente inserir personagens humanos, repletos de facetas e falhas, em uma história que lida com desigualdades sociais, econômicas e culturais. É o tipo de obra que permite ao leitor refletir sobre cada aspecto e observar, de maneira brutal, as maldades que o homem pode causar ao próximo.

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