06 abril 2015

[Resenha] Amaldiçoado - Joe Hill



Sinopse - Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Além disso, descobre algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim. Joe Hill, autor de A estrada da noite e Nosferatu, já foi aclamado como um dos principais novos nomes da ficção fantástica. Em Amaldiçoado, o sobrenatural é pano de fundo para uma história de amor e tragédia, de traição e vingança. Um livro envolvente, emocionante e cheio de suspense que nos leva a refletir: em matéria de maldade, quem é pior, o homem ou o diabo? 




Resenha - Joe Hill tem o dom de escrever as histórias mais peculiares de maneira engenhosa e assustadora. Conforme a sinopse explica, Ig tinha tudo o que poderia sonhar, até o trágico e violento assassinato de Merrin. A partir desse momento ele é visto como um pária, suspeito do crime, mesmo não tendo sido preso. Desolado e em um espiral de destruição, um dia ele acorda com uma ressaca daquelas. 
Tal evento não seria nada de extraordinário em sua vida, com exceção de que não foi apenas com uma grande ressaca que ele acordou e sim com um par de chifres assustadores. Isso mesmo, chifres.
Sem entender como isso aconteceu, ele se dá conta que consegue confissões sinistras de pessoas que cruzam o seu caminho. Todos os desejos sombrios são contados a ele com a maior naturalidade e é claro, ele vai se deparar com a verdade sobre a morte de Merrin.
Sombrio, cínico e sarcástico, o livro faz uma análise do comportamento humano de maneira crua e direta.

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