24 dezembro 2014

[Resenha] A Rosa da Meia Noite - Lucinda Riley

Sinopse - Atravessando quatro gerações, A Rosa da Meia-Noite percorre desde os reluzentes palácios dos marajás da Índia até as imponentes mansões da Inglaterra, seguindo a trajetória extraordinária de Anahita Chavan, de 1911 até os dias de hoje. No apogeu do Império Britânico, a pequena Anahita, de 11 anos, de origem nobre e família humilde, aproxima-se da geniosa Princesa Indira, com quem estabelece um laço de afeto que nunca mais se romperia. Anahita acompanha sua amiga em uma viagem à Inglaterra pouco tempo antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. Ela conhece, então, o jovem Donald Astbury, herdeiro de uma deslumbrante propriedade, e sua ardilosa mãe. Oitenta anos depois, Rebecca Bradley é uma jovem atriz norte-americana que tem o mundo a seus pés. Quando a turbulenta relação com seu namorado, igualmente rico e famoso, toma um rumo inesperado, ela fica feliz por saber que o seu próximo papel – uma aristocrata dos anos 1920 – irá levá-la para muito longe dos holofotes: a isolada região de Dartmoor, na Inglaterra. As filmagens começam rapidamente, e a locação é a agora decadente Astbury Hall. Descendente de Anahita, Ari Malik chega ao País sem aviso prévio, a fim de mergulhar na história do passado de sua família. Algo que ele descobre junto com Rebecca começa a trazer à tona segredos obscuros que assombram a dinastia Astbury.


Para aqueles que já leram algum livro da Lucinda Riley, já observaram que a autora mistura dois tempos em seus livros. Uma história do passado tem impacto em uma situação do presente. Em "A Rosa da meia-noite" acontece o mesmo.

A autora consegue mesclar com maestria os acontecimentos ocorridos em 1911, onde conhecemos a Anahita, na exótica Índia e o ano de 2011.

As descrições sobre os locais, as cores, os costumes são muito bonitas e encanta o leitor. Anahita também é uma personagem empolgante, pois tem personalidade forte e dada à época, crença e sexo, sofre n preconceitos e ultrapassa diversas barreiras.

É emocionante acompanhar sua história em meio a esse lindo cenário.

Em paralelo acompanhamos Ari Malik, bisneto de Anahita. Ari não é um personagem que desperta empatia no início, mas que acaba se tornando mais humilde conforme a história avança, até ter o seu caminho cruzado com Rebecca, uma atriz que também está com problemas pessoais.

Como sempre, Lucinda Riley consegue envolver o leitor do início ao fim do livro e despertar intensas emoções em uma história deliciosamente escrita.

"Qualquer "beleza" que possa ser considerada valiosa em mim se esconde profundamente em minha essência. É a sabedoria de cem anos vividos nesse mundo, e um coração que tem batido em cadenciado acompanhamento para todos os imagináveis comportamentos e emoções humanos". (pág. 11)

1 comentários:

  1. Tenho muita vontade ler os livros dessa autora, e esse particularmente me chama muita atenção, além de achar essa capa linda, acho a premissa do livro muito interessante.
    Adorei a resenha e já estou seguindo o blog!
    Beijos.
    Se puder, dá uma olhadinha no meu blog: Blog Palavrear-se :)

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