27 janeiro 2014

[Resenha] O Mundo pelos olhos de Bob - James Bowen


SinopseDepois de um passado difícil, James foi adotado pelo gato Bob. Agora os dois têm um emprego de verdade (são vendedores ambulantes de revistas) e se tornaram personalidades conhecidas em toda Londres. Bob tem muitos admiradores, que passam todos os dias para vê-lo – alguns deles trazem cachecóis de lã para ajudá-lo a enfrentar os dias mais gelados. Entre truques adoráveis e manhãs de puro mau humor, Bob e James se tornam cada vez mais inseparáveis. Por trás da divertida história de um homem às voltas com seu animal de estimação, o segundo livro de James Bowen fala sobre amizade, fidelidade e esperança. Bob se torna a chave que traz James de volta ao mundo, a motivação que faltava para sua decisiva volta por cima. Impossível terminar de ler O mundo pelos olhos de Bob sem querer abraçar seu pet – ou adotar um! Apaixone-se...




O mundo pelos olhos de Bob” de James Bowen é a continuação de “Um gato de rua chamado Bob”, ambos publicados pela Editora Novo Conceito.
Para os leitores que conhecem o primeiro livro, sabem que James conta a história de como Bob manteve sua vida nos eixos, ajudando a suportar momentos difíceis e evitando que ele tomasse decisões erradas.

Nesse novo livro, James conta que está trabalhando como vendedor ambulante de revistas e é claro, Bob o acompanha, pois é a celebridade local. As pessoas param para tirar fotos com ele, levam cachecóis, e o paparicam.

É notável o amor de James por Bob e a fé de James em superar os problemas e seguir em frente.

É claro que a vida dos dois não é um mar de rosas, e eles ainda enfrentam diversos problemas, mas a cumplicidade e o companheirismo que eles dividem auxilia muito James a seguir em frente.

"O mundo pelos olhos de Bob" é uma história delicada e singela sobre um homem e seu animalzinho, e como a companhia e apoio incondicional de Bob fornece toda a força que James precisa.


"Diz a lenda que são os gatos que escolhem os donos, não o contrário. Assim, percebi que ele tinha me escolhido. (...) Eu suspeitava que fôssemos realmente almas gêmeas, cada um ajudando o outro a curar as feridas do passado conturbado". (p. 15)

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