19 janeiro 2014

[Resenha] O Dom - James Patterson




Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos... Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor... Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty... Ou para, finalmente, matá-la.



"O Dom" é a continuação do livro "Bruxos e Bruxas" e o segundo livro da série "Witch & Wizard" publicado no Brasil pela Editora Novo Conceito.  

Para aqueles que tiveram a oportunidade de ler o primeiro livro, perceberam duas características semelhantes entre ambos: os capítulos curtos e dinâmicos, e a narração alternadamente pelos irmãos. Na narração teremos um outro personagem que no primeiro livro não foi agradável com os irmãos, mas que agora traz também seu ponto de vista.  

O segundo livro inteiro foca na fuga e na salvação dos jovens rebeldes, além da busca do jovem Allgood pela namorada, que ajudou o grupinho no primeiro livro.


A parte mais divertida do livro é o sarcasmo e inteligência da Wisty. A garotinha realmente fala o que quer, sem parar para pensar antes. 

É claro que uma maior participação desse terceiro personagem e a investigação sobre Célia abriram um pouco a trama e permitiu que fossem abordados outras tramas, fornecendo maior variedade na leitura.

Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um ótimo trabalho. A capa é simples, mas muito bonita. Os detalhes no D azul realmente chamam a atenção e combina com a capa do livro anterior.

O livro é ideal para aqueles que procuram uma leitura leve, dinâmica e sem muitas pretensões.



“Então, me transformo numa tocha humana, como já tinha feito antes. Mas, desta vez, deixo todo o cuidado de lado. De repente, línguas de fogo de três, seis, dez metros de altura estão se alastrando ao meu redor, rasgando o até então fresco ar da tarde”. (p. 19) 

Editora: Novo Conceito
Ano: 2013
Edição: 1
Páginas: 288
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Avaliação: 3/5

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