04 novembro 2013

Resenha: "O Poder" - Trilogia Círculo Secreto - Volume 3 - L. J. Smith


Sinopse - "Black John está mais perto do que nunca. Depois de ter sua energia libertada do crânio de cristal e de retornar do mundo dos mortos, tudo que mais deseja é reunir o coven de bruxos e bruxas que há muitas décadas lhe foi prometido. Para isso, tomou a forma humana e prepara-se para lutar e vencer. Seja matando as pessoas ou subjugando os mais fracos graças ao seu poder psíquico. Para impedi-lo, o círculo precisa encontrar uma fonte de poder tão grandiosa quanto a de seu inimigo. Talvez a própria Cassie seja a solução". 










Minha opinião -  "O poder" é o último livro da trilogia "Círculo Secreto". De uma forma geral, achei a trilogia bem fraquinha. Mesmo com a revelação do "grande segredo" de Adam e Cassie, ela continua a maior parte do livro bobona. E a bondade de Diana é demais. Quero dizer, tudo bem a pessoa ser altruísta, caridosa e tudo mais, mas deveria ter um limite né?
Cassie, com tantos problemas sérios a sua volta, começa o livro mais preocupada consigo mesma do que outra coisa:
"Eu saí e roubei abóboras com Chris e Doug em Salem. Afastei aquele cachorro que queria atacar Chris - aquela não era eu mesma. Joguei Homem da Pizza com Faye. Peguei carona de moto com Deborah". (p.29)
Pelo menos o mistério relacionados com os pais dos integrantes do círculo é totalmente desvendado, além de se descobrir quem é o pai da Cassie, e os poderes que ela realmente tem.
"Túmulos dos pais de vocês, todos mortos em 1976... Isso para não falar da esquisitice de todos vocês nascerem em um intervalo de um mês". (p.32)

Faye continua sem-noção no livro e a atuação dela da metade pra frente do livro foi banal demais. 
A autora ainda retornou com alguns personagens do primeiro livro, como a Portia e seus irmãos (lembram-se daqueles garotos que perseguiram Adam no primeiro livro?) para tentar estimular um pouco mais de ação, mas mesmo assim, ficou devendo.
O coven precisa encontrar as Chaves Mestras para poder destruir Black John de uma vez e contam apenas com a sabedoria das anciãs (foram as três personagens que roubaram a cena no livro). E um novo diretor surge: Jack Brunswick. Teria ele alguma relação com o temível Black John? Vocês terão que ler o livro para descobrir.
O livro é curtinho e foi possível realizar a leitura em algumas horinhas. Não houve um momento clímax no livro que me fizesse ficar extasiada. O final do livro foi sem graça, sem muitas surpresas.
Em relação a diagramação, revisão e layout a editora está de parabéns pelo trabalho. A capa segue o clima dos livros anteriores, e parece ser meio aveludada ao tocarmos.
Espero que tenham gostado da resenha.
Aguardo comentários.
Beijos
Carol

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